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Escoliose é uma alteração tridimensional do alinhamento da coluna vertebral. Diferente da lordose e da cifose, que são condições normais para os indivíduos, a escoliose é considerada uma doença. A principal curva na escoliose se dá no eixo coronal, ou seja, quando olhamos alguém de costas e notamos um encurvamento da coluna, seja na região torácica ou lombar. Sua forma mais comum é a escoliose idiopática do adolescente, que na sua maioria acomete meninas entre 10 a 14 anos, mas também pode ser encontrada em meninos. Da mesma maneira, escolioses são frequentemente encontradas de forma leve, que não necessitam de nada além de observação médica. Poucas irão necessitar da ajuda externa de um colete, e aquelas que precisarão de tratamento cirúrgico compõem a minoria. Muitas das escolioses são notadas pelos pais, familiares ou amigos em situações em que a criança está sem camisa, na praia ou piscina. Algumas são detectadas em triagens escolares para a doença. Em qualquer uma destas ocasiões, procure a avaliação de um ortopedista ou pediatra. Se necessário, ele irá encaminhar para um médico especialista em coluna, que irá definir o tratamento correto. A avaliação do especialista em coluna é importante porque algumas escolioses não seguem o padrão usual, e podem ter origem em doenças neurológicas ou por alterações congênitas da formação da coluna. Estes casos requerem atenção especial, pois podem ser mais agressivos e progredir com maior rapidez. A escoliose tem tratamento com ótimos resultados, mas o diagnóstico deve ser feito cedo e o tratamento deve ser instituído de imediato. Procure sempre um médico especialista em coluna para a correta avaliação de diagnóstico e definição de tratamento.
Apesar de ter sido desenvolvida há algumas décadas, a cirurgia por vídeo para doenças da coluna se popularizou nos últimos anos graças ao avanço tecnológico, com câmeras cada vez menores e mais precisas. No Brasil, ela já é uma realidade e está acessível para pacientes com condições como hérnia de disco lombar e cervical, além de estenose do canal vertebral. Também pode ser utilizada em outros problemas da coluna, porém com menor frequência. A cirurgia de hérnia de disco por vídeo é realizada por meio de um endoscópio específico para coluna. Trata-se de uma técnica minimamente invasiva, onde a hérnia é removida através de um corte de menos de 1cm, com auxílio de câmera e instrumentos especiais. O procedimento é feito em hospital, com anestesia geral ou sedação. A perda de sangue é mínima e o paciente geralmente consegue se levantar logo após o retorno ao quarto. Na maioria dos casos, o paciente recebe alta no mesmo dia e retorna rapidamente às atividades habituais. A melhora da dor irradiada para as pernas costuma ser imediata, e a dor do procedimento é muito menor do que na técnica convencional. A grande vantagem dessa abordagem é preservar a musculatura da coluna, com mínima agressão aos tecidos, proporcionando uma recuperação mais rápida. Assim como a artroscopia substituiu cirurgias abertas em outras áreas, a cirurgia por vídeo vem ganhando espaço na coluna e é uma excelente opção quando bem indicada. Para saber se o seu caso é adequado, procure um especialista em coluna com experiência em cirurgia por vídeo.
Uma das perguntas mais frequentes dos pacientes para os médicos especialistas em coluna é justamente essa: Qual o melhor colchão para as minhas costas? É essencial que essa dúvida exista, já que passamos cerca de 1/3 da nossa vida na cama, e mesmo assim muitas pessoas desconsideram o efeito disto na própria coluna. Dormir sobre um colchão ruim pode resultar em uma postura desequilibrada, levando ao aumento da dor lombar e privação de sono. Isto pode não somente ocasionar a lombalgia, mas também afetar a saúde do indivíduo como um todo. Muitos pacientes questionam se uma marca de colchão é superior ou melhor para a saúde da coluna. Apesar dos anúncios o levarem a acreditar que sim, não há bons estudos atualizados que documentem qual marca de colchão melhora a qualidade do sono e diminui os problemas com a coluna. Existem, entretanto, algumas dicas e guias que você pode seguir para facilitar sua escolha. Em alguns aspectos, a escolha do colchão segue uma preferência individual, mas é importante encontrar um equilíbrio entre o conforto e a sustentação adequada das costas. O colchão deve ser firme o suficiente para prevenir que você afunde, mas também macio o suficiente para se adaptar às curvas normais do corpo. O objetivo é encontrar um colchão que mantenha a coluna em uma posição equilibrada. Colchões muito firmes podem causar pressão em pontos mais salientes do corpo, enquanto os muito moles causam estresse nos tecidos moles, como músculos e ligamentos, levando a um alinhamento ruim. Um colchão com sustentação e conforto irá propiciar que suas costas descansem durante o período de sono. Tente aprender você mesmo sobre os tipos de colchão e seus componentes. Não hesite em perguntar. A sustentação ou a firmeza em um colchão são normalmente fornecidas por molas internas, distribuídas em diversos padrões para criar diferentes níveis de sustentação. O acolchoamento interno e no topo do colchão também influencia no conforto. Avalie se o seu colchão atual precisa ser substituído. Flacidez visível é um forte indicativo. Vire e rode o seu colchão a cada 4–6 meses para garantir desgaste homogêneo. Altos preços nem sempre significam melhor qualidade ou melhores resultados. Mesmo que colchões mais robustos tendam a ser mais caros, isso não garante benefício real. Sempre priorize sustentação e postura. Não se influencie por anúncios. Não há evidências médicas sólidas que comprovem superioridade de marcas ou modelos “ortopédicos”. Se possível, experimente antes. Se for um colchão para duas pessoas, ambos devem testar juntos. Preste atenção no seu travesseiro também. Ele deve sustentar o pescoço e manter o alinhamento com o corpo. Usar mais de um travesseiro pode causar desalinhamento e dor. Garantir uma boa noite de sono é essencial não apenas para a coluna, mas para o corpo como um todo. Ajustar seu colchão pode ser uma das decisões mais importantes para melhorar sua qualidade de vida.
Descansar e dormir é a chance que o corpo tem de se recuperar dos insultos posturais, físicos e nervosos do dia que passou. Usar alguns dos seguintes travesseiros pode melhorar a qualidade do seu descanso e recuperação, o que lhe permitirá acordar melhor e pronto para enfrentar um novo dia. É importante notar que nem todos os travesseiros funcionam para todo mundo. Um breve teste por uma semana em geral é suficiente para decidir se o travesseiro está ou não sendo benéfico. Travesseiro no joelho É recomendável usar um travesseiro entre os joelhos (para quem dorme de lado) ou abaixo da coxa/joelhos (para quem dorme de barriga para cima) para aliviar a distensão ou a sobrecarga na coluna lombar. Para quem dorme de lado Quando alguém dorme de lado, o ato de dobrar os joelhos e colocar um travesseiro entre os joelhos previne que eles se encostem e mantém a coluna em uma posição neutra. Quando não há suporte entre as pernas, a perna de cima roda para baixo, puxando a pelve e distorcendo a linha natural da coluna. Adicionar uma sustentação entre os joelhos pode prevenir dor lombar induzida por estes tipos de força, proporcionando alívio para as costas e descanso enquanto dorme. Em geral, um travesseiro firme entre os joelhos funciona melhor do que um macio porque ele serve como um anteparo para impedir que a perna acima não rode sobre a perna abaixo. Para quem dorme de barriga para cima Quando se dorme de barriga para cima, colocar um travesseiro embaixo do joelho/coxa diminui a sobrecarga e o peso despejado na coluna lombar. Algumas pessoas até preferem colocar dois travesseiros para elevar ainda mais seus joelhos. Com dois ou mais travesseiros embaixo dos joelhos, a coluna lombar endireita, diminuindo a sobrecarga em articulações facetárias dolorosas da coluna. Esta posição é a melhor para auxiliar o descanso das costas, e muitas pessoas descobrem que esta é a única maneira de dormir durante uma grave crise de lombalgia ou enquanto se recuperam de uma cirurgia de coluna. Travesseiros de corpo Travesseiros que são tão longos quanto o corpo têm diversas funções para pessoas que preferem dormir de lado, já que a porção superior pode ser usada para apoio da cabeça e do pescoço, enquanto a ponta inferior sustenta os joelhos e pernas. Alguns acham esta forma mais confortável do que usar travesseiros separados para a cabeça e joelhos. Mulheres grávidas, em particular, costumam preferir o travesseiro de corpo, pois este fornece suporte adicional para o abdômen. Travesseiro moldado para pescoço O travesseiro que é moldado para ocupar os espaços abaixo da cabeça e do pescoço pode ser benéfico para pessoas com problemas na coluna cervical. Também chamado de travesseiro cervical ou travesseiro ortopédico, este tipo de travesseiro tem uma depressão mais funda onde a cabeça se apoia, e suporte extra para o pescoço. Pessoas com dor cervical podem usar este travesseiro, já que ele preenche o espaço vazio criado pelo pescoço e auxilia a manter o pescoço alinhado com a coluna. Alguns travesseiros ortopédicos podem desgastar após um a dois anos e podem precisar ser substituídos. Travesseiro de viagem Os travesseiros moldados em “U”, que são curvos para moldarem ao redor do pescoço, podem ser usados para dormir ou para apoiar a cabeça quando sentado. Este tipo de travesseiro evita que a cabeça incline muito para um dos lados. Também cria um suporte para que o peso da cabeça seja distribuído no travesseiro. Travesseiro de apoio lombar Um travesseiro de apoio lombar ajuda na sustentação da curvatura formada pela lordose da coluna lombar. Ficar sentado por períodos muito longos sem nenhum suporte pode gerar tensão muscular e dor lombar ou ciática. Utilizado na posição sentada, este travesseiro preenche o espaço natural entre a cadeira e a coluna lombar. Travesseiro ou almofada em rosca Esta é uma almofada em forma de “O” colocada na parte da cadeira em que se senta. Possui uma depressão no centro, reduzindo a pressão na região do cóccix. Pessoas que sofreram fratura ou dor no cóccix podem se beneficiar deste tipo de apoio.
Nós infrequentemente pensamos na nossa coluna quando vamos deitar para dormir, mas a postura nesse período pode ser determinante para o bem-estar da coluna — e para evitar dores nas costas. Ao se deitar, é importante seguir algumas orientações: Mantenha sua coluna em posição neutra Você pode fazer isso trocando o colchão com molas internas por um de espuma, ajustando sua postura ao dormir ou utilizando travesseiros adequados. Colchões de molas podem criar pontos de pressão que não sustentam corretamente a curvatura natural da coluna. Durma de barriga para cima ou de lado Essas posições exercem menos pressão sobre a coluna do que dormir de bruços. Isso acontece porque o peso do corpo é distribuído de forma mais equilibrada, reduzindo pontos de pressão e mantendo o alinhamento adequado. Alterne os lados se você dorme de lado Dormir sempre do mesmo lado pode gerar desequilíbrio muscular. Alternar os lados e usar um travesseiro entre os joelhos ajuda a manter quadris, pelve e coluna alinhados. Use um travesseiro corretamente Independente da posição, o travesseiro deve ficar entre a cabeça e o pescoço, nunca sob os ombros. - De barriga para cima: use um travesseiro mais baixo - De lado: use um mais alto para compensar a largura do ombro Seu formato de corpo influencia Se seus quadris são mais largos que a cintura, um colchão mais macio pode ajudar a manter a coluna neutra. Já corpos mais alinhados podem se beneficiar de superfícies mais firmes. Pequenos ajustes no sono podem impactar diretamente na saúde da sua coluna e na sua qualidade de vida.
O que você precisa saber sobre lombalgia A lombalgia não é uma doença, mas um sintoma que acomete cerca de 80% da população adulta em algum momento da vida. É a principal causa de afastamento do trabalho e pode atingir até mesmo crianças. Caracteriza-se por dor aguda ou crônica na região lombar, localizada na parte mais baixa da coluna, próxima à cintura. Diagnóstico O diagnóstico é feito clinicamente, com base nos sintomas e exame físico. Exames como raio-x, tomografia e ressonância podem ser utilizados para identificar a causa. Quais são as causas? As principais incluem: • Mecânicas e posturais — má postura, obesidade, gravidez e esforços repetitivos • Hérnia de disco — ruptura do disco intervertebral, geralmente por sobrecarga • Degenerativas (artrose) — desgaste natural com o envelhecimento, afetando articulações, ligamentos e estruturas ósseas Tratamento A maioria dos casos é tratada de forma conservadora, com repouso relativo, fisioterapia e medicação para dor. A longo prazo, são recomendados: • Controle do peso • Prática regular de atividades físicas • Exercícios de alongamento e fortalecimento O tratamento cirúrgico é indicado apenas em uma pequena parcela dos casos, quando não há resposta ao tratamento convencional.
Essa é uma queixa frequente nos consultórios de ortopedistas, especialmente entre especialistas em coluna. Muitas vezes o paciente chega preocupado após receber esses três diagnósticos de forma precipitada. A boa notícia é que pelo menos dois deles não são problemas. Lordose e cifose são curvas naturais da coluna e estão presentes em todos os seres humanos. Quando observamos o corpo de lado, é normal existir: • Lordose cervical • Cifose torácica • Lordose lombar Essas curvaturas são fisiológicas e fundamentais para o equilíbrio e a marcha. Algumas pessoas podem apresentar variações, e isso ainda pode estar dentro da normalidade. Apenas quando essas curvas são muito acentuadas é que passam a ser consideradas alterações, como hipercifose ou hiperlordose. Já a escoliose é diferente. A escoliose representa uma alteração real no alinhamento da coluna. Ela pode ser percebida ao observar a pessoa de costas, com sinais como: • Desalinhamento da coluna • Ombros ou quadris inclinados • Presença de "giba" ou assimetria nas costas O diagnóstico correto depende de avaliação médica especializada e exames de imagem. Na maioria dos casos, a curvatura é leve (menor que 10 graus) e não caracteriza escoliose significativa. Mesmo quando ultrapassa esse valor, grande parte dos casos não exige intervenção. O mais importante é realizar uma avaliação com um especialista em coluna para obter um diagnóstico preciso e definir a melhor conduta.
A coluna vertebral é o eixo central de sustentação do corpo. Suas 24 vértebras tornam essa estrutura altamente móvel, além de proteger a medula espinhal e as raízes nervosas. Em algum momento da vida, cerca de 80% das pessoas irão apresentar lombalgia ou dor nas costas. A maioria dos casos está relacionada a: • Má postura • Biomecânica inadequada • Rotina estressante • Perda de força e flexibilidade • Baixo condicionamento físico Esses fatores podem causar estiramentos musculares, que geralmente melhoram em poucas semanas com: • Medicação • Compressas de calor ou gelo • Exercícios • Fisioterapia Prevenção A prevenção envolve mudanças consistentes no estilo de vida: • Correção postural • Uso adequado de colchões e travesseiros • Atividade física regular • Alimentação equilibrada • Controle do estresse • Qualidade do sono • Evitar o tabagismo Quando a dor persiste por mais de 3 meses, ela pode se tornar crônica e indicar problemas mais sérios, como: • Hérnia de disco • Estenose vertebral • Doenças degenerativas Nesses casos, é essencial uma avaliação com um especialista em coluna. O tratamento pode variar de abordagens conservadoras até cirurgia, dependendo da causa. A boa notícia é que a cirurgia de coluna evoluiu muito nas últimas décadas, tornando-se menos invasiva, mais segura e com recuperação mais rápida, permitindo retorno precoce às atividades do dia a dia.
Cirurgiões de coluna ortopedistas e neurocirurgiões são igualmente habilitados para realizar a maioria das cirurgias da coluna. Ambos atuam nas regiões cervical, torácica e lombar, realizando procedimentos como: • Descompressão da medula e nervos • Artrodese de coluna • Microcirurgia • Cirurgia minimamente invasiva Diferença no treinamento Ambos passam por 6 anos de faculdade de medicina, porém seguem caminhos diferentes na especialização: • Ortopedistas Realizam cerca de 3 anos de residência em sistema musculoesquelético (ossos, articulações, músculos e nervos) e depois mais 2 anos focados exclusivamente em coluna. • Neurocirurgiões Fazem residência de aproximadamente 5 anos com foco em cérebro e coluna, incluindo sistema nervoso central. Após isso, ambos podem fazer subespecializações em áreas como: • Cirurgia minimamente invasiva • Deformidades (ex: escoliose) • Tumores da coluna • Coluna pediátrica • Reconstruções complexas Essas formações seguem critérios de entidades como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC). Existe diferença na prática? Em alguns casos específicos: • Ortopedistas tendem a ter mais experiência com deformidades da coluna • Neurocirurgiões podem ter mais experiência com tumores e doenças do sistema nervoso Mas, no geral, ambos são plenamente capacitados. Como escolher o especialista ideal? Mais importante do que a especialidade é a experiência prática em coluna. Perguntas importantes: • Possui formação específica em cirurgia de coluna? • Atua em um centro especializado? • Possui título da Sociedade Brasileira de Coluna? • Trabalha com técnicas minimamente invasivas? • Atua majoritariamente com coluna? Após a consulta, avalie também: • O diagnóstico foi explicado com clareza? • Você se sentiu seguro e confortável? • Foram apresentadas opções de tratamento, além da cirurgia? Na maioria dos casos, existem alternativas conservadoras antes da cirurgia, e um bom especialista sempre irá considerar isso.
Milhares de estudantes vão à escola diariamente carregando mochilas nos ombros, e cerca de metade deles leva mais peso do que o recomendado — o que pode causar sobrecarga, estresse e dores nas costas ao longo do tempo. Cerca de 40% dos especialistas em coluna já trataram crianças e adolescentes com dores causadas por uso inadequado ou excesso de peso nas mochilas. Os problemas vão desde estiramentos musculares até condições como espondilólise (fratura por estresse da vértebra). Como prevenir lesões: Diga sim às rodinhas Mochilas com rodinhas são indicadas para crianças que já sentem dor ou que precisam carregar mais de 10kg. Modelo tradicional Prefira mochilas com duas alças acolchoadas e, se possível, com suporte lombar. Conforto é essencial A mochila deve se ajustar bem ao corpo da criança, com alças reguláveis e confortáveis. Evite sobrecarga O excesso de peso é a principal causa de problemas. O tamanho da mochila deve ser proporcional ao corpo da criança. Peso ideal A mochila não deve ultrapassar 10% a 15% do peso corporal. Ajuste correto Sempre usar as duas alças, bem ajustadas aos ombros. Organização interna Itens mais pesados devem ficar próximos às costas. Distribua o peso de forma equilibrada. Respeite os limites Evite carregar peso excessivo e incentive pausas quando necessário. Quando utilizadas corretamente, mochilas são seguras e práticas. Porém, se a criança relatar dores nas costas ou no pescoço, é importante procurar um especialista para avaliação.
Metade das mulheres grávidas irá sentir algum grau de dor nas costas durante a gestação. Isso ocorre principalmente por dois fatores: o ganho de peso e a mudança do centro de gravidade do corpo para frente, o que sobrecarrega a musculatura da coluna lombar. Como minimizar o desconforto: Exercícios físicos Mantenha uma rotina de exercícios, sempre com orientação médica. Fortalecimento lombar e abdominal ajudam bastante, e a natação é uma excelente opção para reduzir o impacto nas costas. Levantando peso Ao pegar objetos do chão, ajoelhe-se com um dos joelhos e levante usando as pernas, não a coluna. Mantenha o objeto próximo ao corpo e, sempre que possível, peça ajuda. Carregando peso Prefira dividir o peso em dois objetos menores (um em cada mão) ao invés de carregar apenas um pesado. Se precisar carregar algo grande, mantenha-o junto ao corpo. Posição ao dormir Dormir de barriga para cima aumenta bastante a pressão nas costas. Usar um travesseiro sob os joelhos reduz essa carga. Dormir de lado com um travesseiro entre os joelhos também ajuda a aliviar a pressão na coluna. Como lidar com a dor: Na maioria dos casos, a lombalgia na gravidez é temporária e tende a melhorar com o tempo. Medicamentos devem ser evitados sem orientação médica. Outras medidas incluem: • Exercícios específicos para fortalecimento • Uso de suportes lombares • Aplicação de calor ou frio local Se a dor persistir ou vier acompanhada de sintomas como irradiação para as pernas, formigamento ou fraqueza, é fundamental procurar um especialista em coluna para avaliação adequada.

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