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Coletes

 

 

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Os coletes para escoliose são leves, personalizados e feitos para serem usados por baixo da roupa e ao redor do tronco. Colete é uma forma de tratamento não cirúrgico utilizado quando a curva esta mostrando sinais de progressão com objetivo de possivelmente lentificar ou prevenir uma progressão adicional da curva enquanto o paciente ainda esta crescendo. 
 Os coletes são utilizados quase que exclusivamente para tratar a escoliose idiopática. Apenas em algumas situações especiais pacientes com escoliose congênita ou neuromuscular necessitarão um colete. 
 Os coletes são tipicamente utilizados para tratar pacientes com escoliose idiopática que são esqueleticamente imaturos que ou tem curvas com mais de 2 graus ou uma progressão documentada e comprovada da curva.
 O objetivo principal do colete é diminuir ou prevenir a progressão da curva enquanto o paciente ainda esta crescendo.

Tipos de Colete 

Existem uma série de coletes para escoliose. Os mais utilizados são:

Colete de Boston (TLSO)

O Colete de Boston é o mais prescrito geralmente nos serviços de escoliose. Feito de materiais derivados do polímero de baixo peso e personalizados para a curva e formato de cada paciente. São feitos para serem utilizados por baixo da roupa e ao redor do tronco, permanecendo discretos e com uma boa aparência cosmética. Eles funcionam aplicando pressão em três pontos estratégicos da curva.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Colete de Milwaukee (CTLSO)

O Colete de Milwaukee foi o primeiro tipo de colete a ser desenvolvido. Apesar de não utilizado tanto hoje, ele ainda tem indicação para curvas muito altas na coluna, perto do pescoço. O Colete de Milwaukee é tipo Cérvico-Tóraco-Lombo-Sacro, ou seja, vai do pescoço até a pelve. Funciona através de tração na coluna e pressão de coxins em pontos estratégicos da curva.

Colete de Charleston

Também conhecido como colete noturno, ele é feito dos mesmos materiais do Colete de Boston, feito personalizado para cada paciente com eles inclinados para o lado contrário ou lado de correção da curva. O Colete de Charleston é normalmente prescrito para curvas entre 20 e 40 graus com um ápice abaixo das escápulas. Como o colete força a correção da curva, não pode ser utilizado durante as atividades diárias e deve ser vestido apenas durante a noite, aplicando forças contrárias à curva.

Particularidades

 É necessário comprometimento do paciente e dos pais para a correta utilização do colete e para que o tratamento tenha sucesso. O colete só vai funcionar se o paciente quiser realmente usá-lo. Se o paciente, a família e o médico não trabalharem como um time para realizar o tratamento com colete pelo tempo recomendado diariamente, talvez este tipo de tratamento seja muito difícil e não tenha sucesso. 
 Assim que decidido começar este tratamento, o paciente irá visitar um técnico em imobilizações para coluna e deformidades, especialista no setor. Ele irá produzir um colete personalizado para cada paciente. Algumas vezes, o paciente e a família podem visitar o técnico em imobilização 2 ou 3 vezes até que ele fique bem moldado e confortável. O técnico irá ensinar a família a colocar e tirar o colete. 
 Após a confecção do colete, o paciente retorna ao médico que irá reexaminá-lo e também fazer radiografias do paciente usando o colete para checar o efeito deste na curva. Até se acostumar, o paciente irá aumentar progressivamente o tempo de uso nas primeiras 2 a 3 semanas até que eles o utilizem pelo número de horas diário orientado pelo médico.
 Se o tratamento com o colete estiver funcionando, o paciente irá utilizar o colete até que eles terminem seu crescimento e atinjam a maturidade esquelética. Em geral, neste período, será necessário ajustes no colete a medida que o paciente cresce. Se o tratamento não aparentar estar funcionando e a curva estiver progredindo, algumas mudanças serão feitas, como aumento do tempo de utilização e ajustes na moldagem do colete. Se mesmo assim não funcionar, e a curva progredir até um certo grau, o tratamento cirúrgico pode ser necessário.

Considerações Especiais 

 O sucesso do tratamento com colete está diretamente ligado a quantidade de tempo diária em que ele é utilizado, ou seja, quanto mais tempo o paciente vestir o colete durante o dia, maior a chance de sucesso do tratamento. 
 Apesar do tratamento com colete ser a única forma de tratamento não cirúrgico com alguma evidência científica de que diminui ou previne a progressão da deformidade, é importante lembrar que ele não é sempre 100% efetivo neste objetivo. Isto significa que ainda existe a chance de que algumas curvas ainda progridam mesmo com o uso correto diário do colete. 
 Em alguns casos, mesmo com o paciente e família seguindo corretamente todas as orientações do uso do colete, a curva pode continuar progredindo.  Se isto acontecer, o paciente não deve se culpar, pois em algumas vezes, a progressão está simplesmente na natureza da curva e não um sinal de que o tratamento esteja errado ou a família não esteja seguindo corretamente o tratamento.

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

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